segunda-feira, 30 de novembro de 2009

WorldExpo2010

2010 não começou, mas se tem um lugar em que eu quero estar ano que vem (e que muitíssimo provavelmente não estarei) é a Exposição Mundial de Shangai. Aqui estão as fotos dos pavilhões e este é o pavilhão de gosto duvidoso do Brasil.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O anel que tu me deste

Ilusões acontecem e fazem parte da vida. Nos fazem crescer, amadurecer, aprender etc e também confiar cada vez menos nos nossos instintos. Ou melhor, eles até ficam apurados, mas fica difícil confiar neles. Ilusões crescem com sentimentos que sentimos e que só nós podemos saber deles. A clausura do segredo é o adubo da ilusão. Fortifica e cheira a merda.

Mas, enfim, 2009 chega ao fim, as ilusões e as esperanças chegam ao fim, os trabalhos da faculdade que me matam chegarão ao fim também. Chegam ao fim cursos que comecei, os planos que bolei só para ver se funcionavam e não foram levados a cabo. Enterro isso que foi frutífero, pois um dia haverá a esperança de renascer. Mas as ilusões, que, assim como o anel da ciranda, são de vidro, quebrou-se e o que resta é varrer pra debaixo do tapete. Pode ser que um dia as tirem de lá. Mas dificilmente voltarão a ser anel.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Chico





Blé

Parece que o mundo entrou na mesma letargia que entra a minha vida em final de período. São tantos trabalhos que eu acabo deixando de fazer tudo que o que eu queria. Me atenho a estudar e a aumentar a tradicional lista de coisas para fazer nas férias.

Voltando ao mundo onde nada acontece, não tem nada sobre o que eu tenha vontade de falar. EUA apertam cada vez mais as mãos com a China; a França aperta cada vez mais as mãos com o Brasil; e a Índia e a Rússia parecem ser as amigas feias que ficaram no canto da festa. No Rio a mesma bossa, em São Paulo o mesmo trânsito pro litoral no feriado e em Niterói tem aniversário da cidade mas ninguém teria dado a mínima se não fosse o caos no trânsito que o palco da praia gerou.

E assim a vida vai, ou fica. Sei lá. Até o fim do mês segue a rotina maluca de trabalhos atrás de trabalhos. Um dia acaba. A rotina ou eu.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Meio intelectual

Quando alguém se lança a fazer música no Brasil e tem a pretensão de receber o selo de música boa, tem que torcer para que alguns dinossauros da nossa música ouçam as suas e as aprovem. A opinião deles é fundamental para o sucesso ou derrota da carreira musical de um artista novo. Seja via vídeo no Youtube ou por entrevistas, está lá a mídia de ouvidos e olhos bem abertos ao que eles vão dizer para saberem em quem apostar. Dentre os que eu ouço, isso aconteceu com Roberta Sá, Teresa Cristina e mais recentemente com Maria Gadú.

O Brasil se acostumou a dedicar a alguns artistas a estampa de que eles são indiscutivelmente intelectuais, e, a ausência de um senso crítico na maior parte dos brasileiros permite com que a propaganda da mídia ao redor dessas figuras tenha efeito positivo.

Chico Buarque é uma grande exceção a isso tudo. Começando pela eterna inimizade entre ele a mídia brasileira. Um intelectual que se preze jamais faria o jogo daqueles que apoiaram a ditadura que o exilou. Mas a exceção não fica só por conta disso. Chico mantem-se extremamente influente em quase todas as gerações da sociedade brasileira mesmo sem quase nenhum espaço na mídia convencional.

No outro grupo eu aponto como líder um artista supervalorizado que ultimamente tem feito mais barulho midiático que arte musical, como costumava fazer antigamente. Caetano Veloso meteu-se a ser crítico dos novos artistas e, infelizmente, sua opinião duvidosa e, talvéz, manipuladora, influencia em quem deve ser alçado ao sucesso ou ser fadado ao fracasso. Mas até então, sem problemas, mal ou bem ele tem anos de carreira e sua experiência tem até relativo peso.

O problema é quando começa a falar do que não sabe. Veloso atreveu-se a falar de política e a cada episódio tem se saído pior. Falar mal do Lula, ainda que não me agrade, é aceitável, sobretudo em uma democracia que supostamente está aberta ao debate. Mas usar de argumentos pessoais para uma crítica política vai contra as mais simples regras da língua. A retratação ficou horrível.

Que Caetano, pelo menos, continue no seu medíocre papel de crítico musical. Há quem ele consiga enganar e respaldo na mídia. Mas se for falar de política, que pense bem, pois as emendas estão piores que o soneto.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Zim

Eu sei que dificilmente alguém é tão aficcionado pelo Zimbábwe quanto eu. Mas eu depois de acompanhar as fases mais difíceis da crise política de lá - logicamente que olhava de fora, apenas -e depois de acompanhar as mudanças e os resultados, é legal ler isso:

http://www.thezimbabwean.co.uk/2009090824274/messages/coming-home-will-not-be-easy.html

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Intervenções..


Eu sempre fui apaixonado por arte tipo intervenção urbana e, por conta disso, estou viciado nesse site.